Troca de casa: os riscos subjacentes da tendência do slow travel
EM RESUMO Aumento do slow travel (2023–2025): estadias mais longas e relaxantes; a troca de casa ganha força. Pontos fortes: imersão local, economias em hospedagem, pegada de carbono reduzida. Fator problemático: acomodações únicas → disfunções, regras implícitas, equipamentos frágeis, expectativas…