Viajar pela Europa é às vezes acreditar que é possível pagar em euros em todos os lugares, a todo momento. No entanto, mesmo dentro da União Europeia, alguns destinos reservam uma pequena surpresa para os amantes da simplicidade monetária! Esqueça o reflexo do “tudo em euro”, pois em alguns países, sacar seus euros no caixa pode causar confusão. Pronto para descobrir onde é melhor não esquecer sua calculadora de conversão?
Deseja partir para uma aventura pelas estradas da Europa com seus fiéis euros no bolso? Cuidado! Ao contrário do que muitos imaginam, a zona do euro não se estende por todo o continente. Seis países da União Europeia ainda utilizam sua própria moeda, e não são poucos! Neste artigo, descubra onde você precisará trocar seus euros por coroas, forints ou zlotys e por que alguns países optam pela independência monetária. Aqui está o guia (quase) indispensável para evitar surpresas desagradáveis no caixa durante sua próxima estadia na Europa.
Bulgária: o último aluno da sala do euro… mas não por muito tempo
Prepare seus levs se você viajar para Sofia! Embora a Bulgária esteja prestes a dar o grande passo, este país ainda exibe orgulhosamente sua moeda nacional. A boa notícia? A partir de 1º de janeiro de 2026, você finalmente poderá usar seus euros sem cálculos complicados, uma vez que se tornará o 21o membro da zona do euro. Enquanto isso, se você quiser explorar este charmante país dos Bálcãs, antecipe a troca ou tire seu cartão de crédito.
Vizinhos europeus apeados à sua moeda
A Bulgária logo se juntará ao clube dos “viciados em euros”, mas cinco países da União continuam resistindo! Impossível pagar suas compras em euros na Hungria (onde reina o forint), na República Tcheca com a coroa checa, na Polônia que se agarra ao seu zloty, na Romênia com o leu, ou ainda na Suécia onde a coroa sueca ainda dança. O argumento deles? Ainda não estão prontos para dar o passo, cada país aguarda cumprir os famosos “critérios de convergência” europeus… e, sem prazo definido.
Dinamarca: a monarquia da coroa
E aqui está o caso mais épico! A Dinamarca simplesmente disse “não, obrigado” ao euro durante um referendo em 2000. Resultado: mesmo dentro da União Europeia, a coroa dinamarquesa se impõe. Portanto, é munido de coroas e um sorriso que você pagará por seu smørrebrød (pão recheado local). Uma escolha original, pois o país obteve uma isenção permanente da moeda única.
Por que esses países resistem ao euro?
Mudar de moeda nunca é trivial. Para muitos países, manter sua moeda nacional permite gerir sua economia, controlar a inflação e preservar uma parte de sua identidade. Mas não se preocupe: todos esses países não fecharam a porta ao euro. Alguns simplesmente esperam atender às condições exigidas por Bruxelas (déficit público, estabilidade dos preços…). Se a Croácia deu o grande passo em 2023, outros podem logo segui-la. Paciência: a mobilidade noturna e as viagens transfronteiriças podem muito bem fazer as linhas se moverem!
Dicas e informações curiosas para viajantes atentos
Não esqueça que, fora da zona do euro, trocar suas notas em um câmbio ou retirar moedas locais é fácil, especialmente nas grandes cidades. Para evitar surpresas e viver sua escapada europeia sem contratempos, informe-se sobre os túneis submarinos revolucionários que conectam alguns países em poucos minutos (um exemplo louco aqui ou outro ali), ou fique de olho nas notícias sobre novas restrições e avanços administrativos (como aqui). Quem sabe, sua próxima viagem expressa à Ásia Central parecerá quase fácil em termos de moeda!
Um pouco de história sobre a moeda única
Para resumir, o euro nasceu em 1999, mas só apareceu nas carteiras em 2002, substituindo da noite para o dia as notas sonoras e coloridas de doze países membros da União Europeia, incluindo a França. Vinte anos depois, o processador se expande, mas o caminho para uma Europa totalmente unida pela mesma moeda ainda é repleto de tradições… e algumas moedas exóticas!