Pagodia: a nova programação asiática criada pela Salaün Holidays

EM RESUMO

  • Lançamento da 2ª edição do folheto Pagodia pela Salaün Holidays (05/06/2025).
  • Rumo a uma Ásia plural: do Monte Fuji aos arrozais do Vietnã, dos templos de Angkor às ilhas indonésias.
  • 27 países, mais de 90 circuitos e estadias, e 3 formatos: GIR clássicos, pequenos grupos “Entre Nós”, viagens privatizadas/sob medida.
  • Promessa: viver a Ásia em grande; sucesso confirmando junto às agências e viajantes, destaca Michel Salaün.
  • Novidades 2026: 15 circuitos inéditos – Uzbequistão (mar de Aral–Samarcanda, 11d/9n), Butão (12d/10n), Camboja (12d/9n), Indonésia (18d/15n), Filipinas (13d/10n), China (rota da seda, 15d/12n).
  • Posicionamento: “caçula” das marcas especialistas Salaün; grande interesse em 10 meses sobre Japão, Vietnã, Uzbequistão.
  • Referências: Produção • PagodiaChinaMichel Salaün • 3 598 visualizações.

Menos de um ano após seu lançamento, Pagodia, a marca especialista da Salaün Holidays, revela a segunda edição de seu folheto dedicado à Ásia. Na programação: 27 países, mais de 90 ideias de circuitos e estadias, e três formatos de viagemGIR clássicos, pequenos grupos “Entre Nós” e viagens privatizadas sob medida—para viver um continente com mil faces, do Monte Fuji aos arrozais do Vietnã, dos templos de Angkor às ilhas da Indonésia. A programação de 2026 se enriquece com 15 novos itinerários inéditos, incluindo o Uzbequistão, o Butão, o Camboja, a Indonésia, as Filipinas e a China nas trilhas da Rota da Seda.

Concebida como uma ponte entre culturas, a coleção Pagodia agrega uma Ásia múltipla: capital high-tech e santuários shinto no Japão, mercados flutuantes e deltas luxuriantes no Vietnã, pagodes dourados e reinos antigos no Camboja, arquipélagos e vulcões na Indonésia, cidades-oásis e artes caravanistas no Uzbequistão. A ambição é simples: oferecer viagens imersivas, ritmadas por encontros, saberes e paisagens que se revelam ao longo das etapas.

Uma marca especialista que cresce rápido

A recepção do mercado foi imediata, impulsionada pelo interesse nos grandes clássicos—Japão, Vietnã—e pela curiosidade por rotas menos frequentadas—Uzbequistão, Butão. Sob a direção de Michel Salaün, a segunda edição foi pensada como um “capítulo ampliado”: circuitos enriquecidos, experiências inéditas (passeios gastronômicos, oficinas de artesanato, caminhadas suaves, cruzeiros fluviais), e uma arquitetura de gama clara que facilita a escolha.

Três formatos de viagem, uma mesma promessa de autenticidade

Os GIR clássicos acompanham aqueles que apreciam a convivialidade de grupos feitos, com um ritmo equilibrado e a assistência de um guia francófono. Os pequenos grupos “Entre Nós” apostam na intimidade—menos participantes, mais flexibilidade em campo—para multiplicar encontros e paradas improvisadas. Por fim, as viagens privatizadas à la carte ou sob medida abrem todas as possibilidades: adaptar um itinerário existente, combinar vários países, ou imaginar uma criação original para um casal, uma família ou um círculo de amigos.

As novidades 2026: 15 itinerários que ampliam horizontes

A programação 2026 revela belas joias. O Uzbequistão é atravessado “do mar de Aral a Samarcanda” em 11 dias/9 noites, com o sopro da estepe e as cúpulas turquesa como fio condutor. O Butão, “entre vales e mosteiros”, é explorado em 12 dias/10 noites, ao ritmo dos dzongs e bandeiras de oração. O Camboja é apresentado em 12 dias/9 noites em torno das obras-primas de Angkor e das aldeias lacustres. A Indonésia oferece um grande itinerário “de ilha em ilha, de Sumatra a Bali” em 18 dias/15 noites, entre florestas primárias, tradições e praias. As Filipinas, “dos arrozais de Luzon às praias de Palawan”, são vividas em 13 dias/10 noites. Por fim, a China convida “aos confins da Rota da Seda” em 15 dias/12 noites, para reacender a epopeia caravanista, das cavernas budistas aos bazares da Ásia Central.

Do Monte Fuji aos arrozais em terraços: rumo às emoções

A força de Pagodia reside na sua cenografia da viagem: nascer do sol sobre o Monte Fuji, bruma matinal sobre os arrozais em terraços, tilintar de tigelas em um mercado de especiarias, o plá plá de um barco no Tonlé Sap, silêncio de um mosteiro himalaio. Cada etapa mistura patrimônios e gestos do cotidiano: degustações, encontros com artesãos, iniciações ao tecelagem ou ao batique, banhos de floresta, noites de street food.

Quando partir, como otimizar seu orçamento

Da floração das cerejeiras no Japão aos céus limpos do inverno na Indochina, o calendário muda a textura de uma viagem. Bom saber: a tendência do momento vê os preços das passagens aéreas se flexibilizarem em certos períodos, uma oportunidade para planejar um voo longo para a Ásia; a ser monitorar através deste ponto de notícia sobre a queda dos preços dos voos. Para ajustar um itinerário em torno de um evento, fique atento também aos grandes festivais e festas tradicionais; algumas inspirações nesta seleção de festivais imperdíveis.

Fluidez, formalidades e tendências de viagem

Vistos, e-visados, isenções temporárias: o ecossistema está em mudança. Os viajantes se beneficiam em seguir as evoluções regulatórias, influenciadas por dinâmicas geopolíticas. Para obter uma visão geral sobre esses assuntos, esta análise das políticas de viagem e sinais de esperança esclarece os anúncios e seus possíveis impactos na mobilidade internacional. A equipe Pagodia auxilia previamente para verificar documentos e prazos, e adapta os percursos se necessário.

Inspiração a longo prazo: pensar seu ano de viagens

Compor um “tour pessoal pelo mundo” também pode passar por tempos mais próximos: uma pausa de inverno na França, seguida por uma grande travessia asiática na primavera. Para se preparar, podemos buscar ideias para evasões sazonais antes de partir para horizontes distantes. O núcleo da proposta Pagodia permanece, no entanto, a descoberta de uma Ásia vasta e contrastante, a ser modulada de acordo com seus desejos e seu ritmo.

Para quem? Para quê? Os perfis que se reconhecem

Os apaixonados por história e arquitetura se voltarão para o Uzbequistão e a China das Rotas da Seda. Os aficionados da gastronomia preferirão a mosaico culinária do Vietnã e os mercados da Indonésia. Os amantes de grandes espaços encontrarão sua respiração no Butão ou nos arrozais esculpidos das Filipinas. As famílias optarão por percursos equilibrados, em GIR ou em privativo, para equilibrar momentos altos e pausas lúdicas.

O que muda concretamente em campo

O novo folheto enfatiza durações pensadas “justas”—nem muito intensas, nem muito curtas—e experiências que dão profundidade: trens regionais para sentir o pulso de um país, noite em eco-lodge, nascer do sol no topo de um vulcão, passeio de bicicleta nos arrozais, ou navegação em um rio mítico. Os guias francófonos, verdadeiros intermediários, continuam sendo a chave de volta dessa imersão gradual.

Reservar, personalizar, decolar

Da primeira troca até a entrega do caderno de roteiros, o método permanece o mesmo: ouvir o projeto, refinar as etapas, propor a acomodação que corresponde ao estilo de viagem (autêntico, charme, premium), fechar a logística e aconselhar as melhores janelas de partida. Graças aos três formatos GIR, Entre Nós e sob medida, cada um encontra sua maneira de escrever a viagem asiática, com total tranquilidade.

Aventurier Globetrotteur
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